SOL NO SIGNO DE ESCORPIÃO – Aula 8 – Da Série Sol nos Signos

Por Cristal Ribeiro

Apresentação da Série

Quando você nasce com o Sol em um determinado signo, esse nascimento é um novo tempo para o seu Ser e, portanto, esse signo do seu nascimento é uma nova energia de aprendizado a ser assimilada em sua vida (salvo algumas exceções, que abordaremos num texto futuro). Destarte, para as pessoas com o Sol em um determinado signo, quanto mais aprenderem e desenvolverem os seus potenciais referentes ao signo da data de seu nascimento, quanto mais aprenderem a integrar as sombras que o seu Sol causa, ou seja, as suas tendências negativas e as destrutivas, mais equilibradas, mais vitalizadas, calorosas, generosas e felizes se tornarão, beneficiando ao seu próximo, à sociedade e ao nosso planeta. (Para a compreensão do que significa ter o Sol em determinado signo, peço que leiam o já publicado texto: ENTENDA O SEU SIGNO DO SOL – você combina com o seu signo, sim ou não?)

Astrologicamente falando, se você é do signo de Escorpião ou conhece alguém que é deste signo isso significa, em linhas gerais, que você nasceu na época do ano em que o Sol está transitando na constelação de Escorpião; portanto, dizemos que você tem o Sol em Escorpião.

Atenção!

Esse fato isolado não assegura que possua as características do signo e que aquelas previsões de horóscopos rápidas e generalizadas tragam qualquer orientação válida para a sua vida. Não se deixe enganar com tais entretenimentos. Além disso, deve-se lembrar de que os horários de entrada e de saída de qualquer planeta nos signos, incluindo o Sol, são variáveis; assim, pessoas nascidas nos dias de mudança de signo devem calcular com mais precisão a qual signo solar, de fato, pertençam.

Vejamos, então, o que significaria, ainda que num estudo introdutório, ter o Sol no signo de Escorpião, para os nascidos entre 23 de outubro a 21 de novembro.

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A NATUREZA EM ESCORPIÃO – Elemento ÁGUA

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O elemento natural desse signo é o elemento Água: elemento feminino, de natureza fluida, transparente, cristalina, pesada, fria e úmida, totalmente maleável e disforme. A Água é um elemento passivo, que se adapta e muda de estado de acordo com a inter-relação com o meio externo, mas guarda uma imensa complexidade.

A Água é o elemento que ocupa as camadas mais baixas da superfície terrestre, coberta, ainda, por 71% do mesmo elemento. Desse volume de água, 97,4% está nos oceanos em estado líquido, sendo que só 2,6% da água existente são consideradas água doce – de toda a água doce, 1,8% encontra-se no estado sólido, nas geleiras e cumes, e 0,96% está no subterrâneo. Aproximadamente 65% do corpo humano são compostos pelo elemento água.

A Água é de natureza corpórea fluida, sutil, inconstante, adaptável – ainda que de difícil controle, pois tende à fuga, ao vazamento e ao descontrole, quando mal abrigada. Se, por um lado, ela é passiva, por outro, exerce um magnetismo que absorve, que une, que liga e que media. A Água possui natureza penetrante, busca as profundezas, tende a se aproximar do centro e a ocupar os espaços internos e baixos, arrastando consigo tudo o que envolve – daí podemos observar que a sua passividade é relativa, assim como a sua aparente fragilidade e caráter influenciável.

A Água está presente na superfície, nas alturas e nas profundezas, como está presente em tudo o que vive, nutrindo e mantendo a vida, fazendo-a surgir e desenvolver-se; a Água é a própria substância da vida: é o sangue, a seiva que nos preenche e que une as partes num corpo único; é a chuva, o rio e tudo o que corre em direção ao oceano, tudo o que flui em direção a um todo maior. Liga o visível ao invisível, unindo e moldando a realidade corpórea. A água é um veículo condutor de eletricidade; é condutora dos nutrientes, carrega consigo, leva, traz e realiza trocas.

As funções primordiais da Água são a fluência e a purificação. Nesse processo ela equilibra a temperatura, amacia os corpos, dilui os excessos, nutre e vitaliza os corpos, favorecendo a vida, favorecendo os processos de adaptação e de mudança, tendo a capacidade de restaurar a pureza da fonte. A Água purifica e nutre todos os processos de vida em nosso planeta.

O elemento Água é um elemento de nutrição e de união. No universo humano, o campo correspondente para o elemento Água é o campo dos sentimentos, das emoções e das percepções do sentir. É o universo emocional que nos liga e nos une como grande família afetiva; acessa, sente, preenche, expressa e partilha os seus conteúdos psíquicos e anímicos.

A linguagem mais próxima da Água são os gestos e as feições, expressos quando estamos tomados pelo mundo dos sentimentos: as lágrimas, o sorriso, a gargalhada, a tez sisuda, o olhar aterrorizado são algumas das expressões que nem sempre controlamos e que jorram de dentro de nós, às vezes com imponência. Essa linguagem emocional busca o alívio da tensão interna, a fluência, o resgate do equilíbrio; busca comunicar e atender à necessidade de afeto, de união, de pertencimento a um núcleo familiar, comum.

Como signo do feminino, a Água de Escorpião reflete uma natureza instintiva e possui uma relação bem estreita com o corpo e a dimensão material, sendo a preservadora da vida. Á água é fértil, envolvente e sensitiva; necessita de contato e busca as relações. No entanto, o excesso de emoções e a falta de maturidade emocional podem levar o nativo de Escorpião ao isolamento, devido ao medo do encontro com o Outro, ou a alternar isolamento com intensidade de entrega.

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AS PROFUNDAS ÁGUAS DE ESCORPIÃO

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O centro que coordena a movimentação aquática é a inconsciência, o ser psíquico, anímico. As “águas escorpinianas” representam o nosso inconsciente pessoal, de onde emana grande poder criativo e destrutivo. “Sentir”, “ligar-se a”, “expressar-se”, “unir-se a” etc. são manifestações e movimentos de atuação escorpiniana que fortalecem e vitalizam as pessoas que possuem essa natureza destacada em seus Mapas Natais. Um universo de grande sensibilidade, de imaginação e de grande intuição está disponível para essas pessoas, capazes de grande empatia e compaixão. Entretanto, o que determina não afogarem-se em suas próprias águas internas profundas é o grau de contato que estabeleçam com o seu psiquismo, mediado por sua consciência, pois sem a luz e o oxigênio da consciência a água se torna estagnada, morta, podre e, se negada e represada indevidamente, torna-se reativa e até violenta. O centro que media a relação alma-inconsciência no elemento Água é a consciência.

Pessoas com o Sol em Escorpião, normalmente (digo assim, pois é preciso considerar o resto do Mapa Astrológico da pessoa), possuem muita intensidade emocional, pois, por mais que resistam, estão sempre se envolvendo emocionalmente com tudo, mas não “com todos”, posto serem extremamente seletivos, por conta de seu caráter defensivo e desconfiado. Evitam se entregar, pois sentem muito medo, mas quando se entregam buscam intensidade e profundidade, visto que precisam sentir-se ligados, unidos; desta forma, ou doam-se demais ou doam-se de menos, conforme a segurança que sentem na relação ou conforme a necessidade de atenderem às suas carências emocionais.

Assim como o Sol no signo de Ar, esse Sol possui dificuldade em se doar; tendem a manter uma distância segura das relações. O medo das pessoas, nesse Sol, é o de serem absorvidas – mas, ao fazerem isso, caminham na contramão de sua própria natureza de comunhão.

Na Roda do Zodíaco, o Eixo Touro-Escorpião é um eixo da continuação. Momento de incorporação da semente que, ao criar raízes, irá se aprofundar na terra; momento de nutrição, de absorção dos nutrientes para que o broto vingue – no entanto, pode acontecer que, na ausência ou na carência dos nutrientes necessários, o broto seja abortado e reincorporado a terra, tornando-se ele mesmo nutriente para a Terra. Esse é o Eixo do desejo – em Touro, do desejo material, e, em Escorpião, do desejo anímico; aqui, o impulso da vida está em atender aos desejos e às necessidades da própria vida em potencial, com seus processos de morte e renascimento.

Como dito na aula anterior, Libra, foi o tempo de preparo e semeadura do solo, de cuidado e dedicação com a superfície, acariciando-a e protegendo-a das intempéries para garantir o broto; agora, em Escorpião, o momento é de rompimento da casca que envolve a semente, de morte e de interação da semente com a terra que a abriga, incorporando-se a ela.

O movimento segue uma urgência para incorporar-se e ligar-se com o outro, numa busca por algo maior e além de si mesmo. Se em Libra o indivíduo cria consciência de sua verdade por meio do contato e da troca intelectual e social com o Outro, em Escorpião o Ser descobre a si mesmo através da fusão com o Outro, através da intimidade e do aprofundamento dessa relação. Esse mergulho de aprofundamento matiza todas as áreas de sua vida, mas os relacionamentos são a tônica de sua vida. Ao mergulhar para preencher a sua alma carente de união, navega por mares desconhecidos e revoltos; naufraga, submerge e visita abismos insondáveis; se dissolve, bebe mistérios; falece e alcança tesouros encantados; purifica-se, renasce; e, no fim de sua jornada, nascem asas, para que continue o seu mergulho nos oceanos cósmicos.

Essa jornada tão longa nas profundezas da vida e da morte do Sol em Escorpião o fará passar por inumeráveis crises internas, que irão ora inundar, ora arrastar, ora nutrir e fecundar todos os setores de sua vida. É na superação de suas crises emocionais e psíquicas e na dissolução de seu ego no processo de entrega ao Outro que o seu verdadeiro poder é acessado e o seu Ser renasce mais leve e livre.

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PARA ALÉM DO PORTAL DO POENTE

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Uma observação importante, já supramencionada, para o estudo introdutório sobre o Signo de Escorpião é que ele forma par de complementaridade-oposição com o signo primaveril de Touro. Esses dois signos estão intimamente ligados, como a física e a química que movem a vida, como o corpo e a sombra que o acompanha. Esse eixo nos revela os processos de solidificação e de dissolução das fronteiras da individualidade e os processos de identificação com a matéria ou com o que está oculto em seu interior.

O Signo de Escorpião – que, no simbolismo zodiacal, abriga o coração do Outono – é um signo noturno; nele, o Sol, já totalmente mergulhado no horizonte, abre espaço para o domínio da noite, onde a escuridão governa, a atividade se interioriza e as criaturas da noite ocupam os seus espaços. A escuridão da noite reina soberana sobre os corpos e as formas, dificultando a visualização dos contornos das diferenças das formas e dos diversos matizes de cores, tornando, por assim dizer, “todos os gatos pardos”, como se diz popularmente; logo, as formas se confundem e se perdem, já não se enxergam as minúcias, apenas contornos cinzentos e sombrios; na natureza, os sons festivos se tornam taciturnos, silenciosos.

Como dissemos na Aula 7, o Portal Oeste da travessia para a morada de Libra é onde encontramos o Poente, o espetáculo apaixonante e colorido do pôr-do-sol, em que a primeira estrela noturna, a Estrela dos Desejos (Vésper-Vênus), nos guia e onde a senhora da noite vem nos receber na fronteira entre o dia e a noite. Simbolicamente, o Signo de Escorpião ocupa o interior mais denso do território escuro e sombrio. Aqui, o instinto de sobrevivência se aflora, os sentidos refinam-se para adaptarem-se à ausência da luz, a visão noturna é acionada, o olfato e o tato se aguçam e a audição é alertada; os animais diurnos se entregam ao sono e os noturnos se entregam à caça, ambos cobertos pelo manto escuro da inconsciência.

Talvez se pergunte: o que isso tudo tem a ver com o Signo de Escorpião? Tudo.

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O 2º EIXO ZODIACAL: TOURO-ESCORPIÃO

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Na Roda do Zodíaco, este Signo faz parte do 2º Eixo Zodiacal, como já dissemos, o Eixo Touro–Escorpião. Nesse Eixo, Touro é o corpo e Escorpião é a substância; o primeiro está identificado com o Eu e o segundo, com o Outro; sempre o outro lado da moeda, o outro mundo que não o meu, é o desconhecido, o oculto. Se o eixo anterior, Libra-Áries, é o que define e impõe o limite entre o Eu e o Outro, o segundo eixo testa os seus limites, provoca a confrontação com esse limite. E é no braço de Escorpião que temos a oportunidade de testar os limites da alma encarnada e de experienciar a “morte” do nosso ego. E, se tudo correr bem, uma profunda transformação ocorrerá e a alma renascerá.

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O REINO DA FORÇA VERMELHA*

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O “Reino da Força Vermelha” é um mundo aquático submerso em recônditas e profundas cavernas internas, protegidas por imensas geleiras cinzentas e misteriosas. Em suas cavernas escuras, abissais crateras fervilham o magma; na próxima câmara, fossos com águas turvas inebriam a visão. Nesse território, o pulso percute descompassado, o passo apressa-se para a descoberta da rubra câmara secreta da sanguificação; o ar escasso, a temperatura alta, como no estado febril das paixões.
Em cada passo, um mistério revelado; a cada pulso, uma ressonância. Sangue e lágrimas, suores e odores, instintos e impulsos, sensualidade, sexualidade, morte, purificação, ressurreição.
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Se o Signo de Libra, que analisamos na aula anterior, é o da partilha do que colhemos – é o momento do encontro e dos festejos, das trocas de sementes, de trocar os produtos do nosso Eu com o Outro; em Escorpião, o momento é de continuação e de aprofundamento dessas trocas; é de intensificação dos relacionamentos, não mais de partilha, mas de convívio. Convívio e intimidade, o que envolve os valores pessoais de cada um, o quanto estou identificado com os meus valores e o quanto nego os valores do Outro, ou, ainda, o quanto eu nego os meus valores e me identifico com os valores do Outro.

Eis o grande desafio de Escorpião, essa ligação mais íntima com o mundo do outro. No “Reino da Força Vermelha”, a proximidade aos valores e às individualidades distintos acaba gerando uma movimentação intensa na vida das pessoas, o que, por sua vez, gera energia concentrada (potência), energia esta que, mal canalizada, pode gerar conflitos, confrontos relacionais e crises internas com grande potencial transformador para a vida das(os) escorpinianas(os) e das(os) que convivem com elas(es). Esse processo, vivido em completude – ou seja, se a relação não for abortada antes do tempo do ciclo completo –, gerará muita transformação, vitalidade, poder pessoal e a força cósmica mais poderosa, o amor.

*Alusão à composição de Oswaldo Montenegro, “Aos Filhos de Escorpião”, canção que encontrará aqui na Estrela D’Alva.

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O ESCORPIÃO

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O representante desse signo não poderia deixar de ser o pequeno e poderoso escorpião, um animal artrópode, invertebrado, da ordem dos aracnídeos terrestres. Foi o primeiro artrópode a dominar o ambiente terrestre. Animais discretos, de hábitos noturnos, passam o dia escondidos embaixo de rochas e cascas de árvores; são muito resistentes às mudanças de temperatura, podendo suportar de 56 graus até 31 graus negativos, dependendo da espécie. De hábito carnívoro-canibal, como outros aracnídeos, são muito vorazes, mas possuem capacidade de resistir a até um ano sem se alimentarem. O escorpião consome pouquíssima água ao longo de toda a sua vida, pois o seu exoesqueleto o protege da evaporação excessiva. Seu modo de reprodução, em algumas espécies, é sexuado, necessitando de machos e fêmeas; outras espécies possuem reprodução monoica, sem necessidade de machos, pois de seus óvulos nascem seus filhotes, sem fecundação, sendo o seu sistema reprodutivo bem complexo.

É entendido como símbolo de morte e de renascimento, de criação e de destruição, de condenação e de redenção. Seu simbolismo se associa a tudo aquilo que se oculta, aos mistérios que envolvem a vida e a morte e à transformação que esses processos causam.

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A CRUZ DE ESCORPIÃO

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Escorpião pertence à Cruz dos Signos Fixos. Quem tem o Sol neste signo precisa conscientizar-se da necessidade de concentração e de centramento de suas energias, para estabilizar a sua força interna, vitalizando-se; desse modo, conseguem seguir, determinados e persistentes, fixando suas raízes em solo fértil, estruturando suas vidas de forma saudável. Tanto a sua salvação quanto a sua condenação passam pelo campo da segurança ou da falta dela. Aqui é preciso tomar cuidado com a rigidez, com a obsessão, com a teimosia, com a intolerância, com o excesso de autocentramento, com a inércia e com o orgulho. Como signo fixo, Escorpião possui resistência às mudanças e necessidade de controle, que, em excesso, podem ser muito destrutivos. Tal Cruz é da concentração da energia, da sustentação e da manutenção da vida.

Em Escorpião, o braço da Cruz está vinculado ao elemento Água; logo, é a concentração da alma para o relacionar-se e gerar nova vida, pois é dessa união profunda que estabilizamos um Nós e nos sentimos seguros para gerar nossos filhos. A necessidade de vencer os medos, as crises, a busca pela sobrevivência e pela segurança para a alma é fundamental nesse estágio. Aqui, sua natureza penetrante busca por respostas a enigmas e revelações de mistérios anímicos, daí a sua identificação com as ciências ocultas, com a sexualidade, com as diversas dimensões do poder e com todos os processos que decorrem dessas frequências vibracionais, sejam criativos ou destrutivos.

Em Escorpião há tanta energia empregada que nos relacionamos como se tivéssemos propriedade sobre o Outro e com tamanho medo de perder esse Outro que os nossos relacionamentos padecem muitas vezes em crises e separações. Essa tem sido a herança que recebemos de um modelo de sociedade industrial, capitalista, competitiva de nossos avós e pais, que se intensifica em nossa sociedade atual, guiada pelo neoliberalismo e pelo capitalismo financeiros. Esse modelo de sociedade, atualmente em crise, valoriza o ter, a posse, em detrimento do Ser; somos objetificados e transformados em mercadoria: nossos corpos, nossos desejos, nossos defeitos físicos e fraquezas, tudo é explorado pelo mercado e posto numa vitrine de produtos infindáveis, ou em propagandas de TV; tudo isso para nos fazer crer que o ter é mais importante do que o Ser, tudo para crermos que podemos ter tudo e comprar tudo, inclusive pessoas e relacionamentos, basta termos os atrativos para isso. Se podemos comprar pessoas, também podemos nos vender, nos corromper, vender nossas almas, o que gera uma grande crise anímica e relacional e uma cadeia de tragédias.

Se o elemento Água da Cruz Fixa envolve questões tão vitais, como a autopreservação da alma, a intimidade, a sexualidade, as crises psíquicas e dos relacionamentos, este elemento também conduz às experiências transformadoras que advêm dos processos de perda, de luto, de morte e de renascimento. O que se passa para existir tanta dificuldade, tanto sofrimento e até mesmo tanta violência nesses setores da vida que nos são tão caros e vitais? Será que o lado sombrio do signo está anda mais forte do que a sua face iluminada?

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A SOMBRA E A LUZ DE ESCORPIÃO

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A face luminosa e equilibrada do Sol é a abundância da vida, a consciência, a generosidade e a criação, mas a sua face obscura se revela num ego forte e destrutivo. Um Sol enfraquecido e encoberto está desvitalizado e não tem força para gerar e doar vida e abundância.

Quando muito forte, o Sol desequilibra a Água escorpiniana, com excesso de atividade que faz muita sombra e projeção, trazendo grandes problemas. Esse Sol pode manifestar-se num ego muito forte, muito autocentrado, com tendências manipuladoras, obsessivas, sufocadoras e, portanto, podendo ser muito destrutivas, quando desequilibradas; seu excesso faz das(os) escorpinianas(os) pessoas extremamente sensíveis e passionais, que rendem-se aos ciúmes, à vingança e, até, no limite, a perseguições e a crimes hediondos. São pessoas muito emocionais, que, quando na sombra, perdem facilmente o controle e se deixam invadir por emoções destrutivas e/ou autodestruitivas. Podem dar excessiva importância para as suas emoções e a seus sentimentos, ao mesmo tempo em que desconsideram o sentimento dos Outros, não reconhecendo os limites e não respeitando as fronteiras da individualidade. Quando se perdem dos valores mais profundos de sua alma, compensam o seu vazio buscando status e poder pessoal, iludidos de que assim poderão suprir as suas necessidades e conquistar tudo o que desejam.

São pessoas muito carismáticas e sedutoras, perspicazes, mas que tendem a ocultar sua verdadeira face, por serem extremamente desconfiadas e inseguras nos relacionamentos afetivos, mesmo que nunca o demonstrem. Excesso de carência, de mágoas, de rancores, de intensidade e até de profundidade podem dificultar e fazer adoecer os seus relacionamentos pessoais, ou, ainda, serem somatizados e manifestados em força de diversos problemas de saúde que podem sofrer ao longo da vida (a análise do Mapa Astrológico é muito eficaz nessa identificação). As pessoas que pertencem ao segundo Eixo Zodiacal vivenciam sempre muitos conflitos e crises nas relações, sejam por ciúmes, por cobranças, por disputas ou por julgarem emocionalmente as pessoas; tendem a viver dramáticas histórias românticas, apimentadas e até trágicas, sempre na tentativa de amansarem as suas necessidades internas de segurança emocional. Na aparência, demostram autodomínio, controle sobre as emoções, mas intimamente escondem grandes perturbações psíquicas a serem conscientizadas e integradas.

Pessoas de Escorpião possuem tanta sensibilidade que podem captar o campo emocional e psíquico das outras pessoas, podendo refletir esse campo por absorção. Por isso, o ambiente e o círculo de pessoas com quem se relacionam é fundamental para manterem o seu equilíbrio. O sexo pode ser usado como um grande mecanismo de compensação na satisfação de sua carência anímica insaciável e, em casos mais extremos, usado para o controle e a manipulação das outras pessoas; isso, é claro, quando se perdem no caminho que as leva para si mesmas. Outra ferramenta que pode ser usada inadequadamente por essas pessoas é magia e os estudos ocultistas: na ânsia de sua busca de poder pessoal, podem assim como com o sexo, buscar fora ou que se encontra no seu interior.

Outro ponto é a sua ação obsessiva para ajustar-se aos relacionamentos ou para que estes se ajustem à sua vida. Observadores natos, olhares penetrantes e absorventes, concentram-se em seduzir e conquistar, aprimorando suas estratégias para que seja a personagem dominante na relação e, nunca, a dominada, o que os leva do extremo da sensibilidade ao oposto extremo da frieza cirúrgica. Em excesso, estão tão focados em si mesmos que não conseguem perceber que sufocam ou aprisionam o Outro. Aqui, vê-se o inimigo no Outro, daí a necessidade de controle sobre o Outro e sobre a relação, de modo que se pode ir até às últimas consequências para vencê-lo ou subjugá-lo. Aqui, o ego está forte e os valores escorpinianos estão em negação: há negação de sua natureza.

Com um Sol em Escorpião enfraquecido, salta-se para o outro extremo: volta-se excessivamente para o Outro, anulando-se totalmente, valorizando o Outro e desvalorizando-se. Aqui, há uma supervalorização dos “valores escorpinianos”, que se voltam contra o próprio Eu em favor somente do Outro; desistem do controle e da dominação; sentem que há uma força ao relacionarem-se diretamente com a morte. São pessoas muito mais fechadas, que não fazem a menor questão em atrair outras pessoas, aparentemente frias; negam a paixão e entregam-se às sombras que as preenchem, podendo ser mórbidas e/ou fascinadas pela morte e por temas relacionados; por sentirem a morte bem íntima em sua natureza, antecipam-se, pulando processos e entregando-se a ela, antes que ela os alcancem. Essas pessoas podem alcançar um tamanho grau de desequilíbrio a ponto de despertarem suas tendências suicidas.

Quando o Sol em Escorpião está enfraquecido, aparentemente há pouca sombra, mas há pouca luz também; o que existe é uma penumbra cinzenta e sem vida. Pode acontecer também um excesso de praticidade e de identificação com as coisas e não com as pessoas. Esse sol enfraquecido empenha-se em obter dinheiro, bens e fama e não se empenha nas relações pessoais, valorizam mais o poder material do que poder anímico. Aqui, o impulso para relacionar-se é fraco e gera muita insegurança para a alma, que se apoia exclusivamente no plano material.

Como os outros signos de natureza de Água, Escorpião é um signo tão complexo e sutil quanto são os seus temas: convivência, sexualidade, morte e renascimento, que não se pode esgotar em um artigo. Essas duas tendências, a de negação e a de supervalorização dos valores e da natureza escorpiniana, podem mesclar-se entre si, numa instabilidade conflituosa que busca a transcendência.

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ESCORPIÃO EM EQUILÍBRIO

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Os que nasceram com o Sol no signo de Escorpião, para equilibrar o seu temperamento, necessitam aprimorar a sua relação com o seu próprio psiquismo e com suas manifestações, tanto internas como externas. Uma aceitação de seus processos internos faz-se necessária, assim como uma aceitação da realidade ao seu redor e dos processos internos das outras pessoas, o que muitas vezes pode ser um grande desafio para essas pessoas, pois se deixam influenciar e impressionam-se fácil quando algo parece sair da normalidade de seu universo aparentemente conhecido e controlado, fazendo-os sentir-se ameaçados. Quando se sentem ameaçados, geram os seguintes mecanismos de defesa: obstinação, vingatividade, ciúme, sabotagem e/ou auto-sabotagem o que pode levá-los a processos destrutivos e autodestrutivos.

Para equilibrar as suas tendências luminosas e sombrias, precisa vencer as suas resistências inconscientes para a entrega e o aprofundamento dos relacionamentos; faz-se necessário colocar em sua vida atividades que favoreçam a conscientização e aceitação de seus processos psíquicos; que favoreçam o aprofundamento dos vínculos afetivos; atividades que possibilitem a expressão de seu psiquismo e a integração de seus instintos; atividades que possibilitem o desenvolvimento do amor-próprio, a confiança nas relações humanas e a fé numa ordem maior podem ser muito benéficas para a integração de sua face sombria. Exemplos de atividades benéficas: a sutileza das artes marciais, nas filosofias do Tai Chi Chuam ou o Qi Gong, as danças orientais com suas complexidades, a filosofia do Tantra Yoga, o estudo das ciências ocultas, o aprofundamento no autoconhecimento, processos terapêuticos e psicoterapêuticos: são todas atividades equilibradoras, mas nunca se pode perder a perspectiva da arte maior que é a entrega e a profundidade na relação a dois, que trará a paz para a sua alma.

A consciência social, a participação nos espaços políticos, nos pequenos grupos cooperativos ou de associações de bairro, nos sindicatos de sua categoria etc. precisa ser matizada por uma perspectiva menos visceral, com menos jogos psicológicos e mais mediada pela consciência, mais pautada na confiança do que na desconfiança, para que as relações se desenvolvam de forma saudável e criativa – quanto mais verdadeiras, mais transformadoras serão, daí a importância do desafio da responsabilidade para com todas as suas relações e o desafio da maturidade emocional, elementos fundamentais para o aprendizado da(o) escorpiniana(o), para que seja a pessoa sensível e forte que sonha ser, acessando o seu poder pessoal transformador, renascendo pelo amor.

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O APRENDIZ DO SOL – ESCORPIÃO

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Para conseguir equilibrar essa polaridade de luz e sombra, a(o) escorpiniana(o) precisa compreender qual é a sua real natureza, qual é a sua função dentro do todo social e qual é a sua missão de vida.
Não há outro caminho para isso senão integrar a sua sombra, conscientizando-se de que é através da entrega de si mesmo e da profundidade nos relacionamentos, no convívio contínuo e no enfrentamento dos desafios advindos dessa intimidade relacional, que a sua ressurreição ocorrerá, trazendo paz interior. Encarar a sua natureza sombria em busca de autoconhecer-se, de descobrir-se, de desnudar-se, num movimento desapegado de memórias doloridas do passado, num movimento de dissolução dos rancores e de desconstrução das amarras e das prisões psíquicas erguidas por si mesmo, tijolo a tijolo de medo, defesa, culpa, isolamento, ódio, ressentimento, punição, sabotagem etc.: eis a transmutação, eis a alquimia anímica salvadora da alma e reveladora do amor.

O processo de autoconhecimento não se dá no isolamento, no si-mesmo, no solipsismo; é necessário mergulhar mais fundo, reconhecendo as projeções psicológicas feitas sobre o Outro e rumar para além das mesmas, para além dos desejos carnais, para além dos territórios seguros e conhecidos; é realizar a travessia, pagar o tributo ao barqueiro de Hades e seguir em sua jornada evolutiva com a proteção dos deuses.

Pertencer a um desses dois signos (Touro-Escorpião), em que a força da vida e a busca de segurança para a alma se manifestam em toda a sua profundidade e complexidade, não é só uma graça, mas um grande desafio e uma responsabilidade para essas pessoas – que, em sua maioria, nem imaginam a grandiosidade de seus potenciais e o alcance de suas ações para as relações sociais em todas as suas dimensões.

Por ser um signo do elemento Água, Escorpião está intimamente ligado à emocionalidade, com o plano do sentir, com a sua psique e sua linguagem subjetivas, imaginativas e misteriosas. A sua grande lição é justamente aprender a lidar com essas dimensões, com a emoção, com os seus sentimentos, com seus afetos e desafetos, com as suas memórias psíquicas e com os seus descontroles. Necessita atenção cuidadosa para com os seus impulsos instintivos, para nem reprimi-los e nem guiar-se exclusivamente por eles. Depois de atravessar o largo Portal do Sol Poente, em Libra, o caminho só se estreita até que a morte do ego ocorra, a morte de si mesmo para a transformação pelo Outro, para além do ego, para o surgimento de um novo Eu, integrado, ligado ao todo por comunhão. É após essa longa jornada escura da alma, feita a travessia, que a alquimia se dá e resulta na ressurreição, como uma graça mágica e divina, apagada a fogueira das paixões, esfriado o braseiro dos ressentimentos, renasce das cinzas da maturidade, a sagrada Fênix, ave mitológica magnífica, símbolo da imortalidade e do nascimento espiritual.

Precisam aprender a acolher os próprios sentimentos e aprofundá-los para chegarem ao cerne de suas questões, à sua origem, acessando a sua memória ancestral e unindo-se à sua dimensão espiritual, para desenvolver uma autêntica segurança emocional, para ganhar confiança nos processos da vida e sentirem-se seguros para fluírem com os acontecimentos sem se sentirem ameaçados. Quando seguras e maduras, essas pessoas são excelentes nutridoras e cuidadoras amorosas.

Qual, senão a “dimensão da entrega”, para ser a grande chave para o signo de Escorpião?

Se você tem o Sol em Escorpião, saiba que é no exercício da entrega profunda e consciente, em favor da vida, a serviço da criação – como ilustra bem o legado do escorpiniano Sathya Sai Baba -, que encontrará a sua paz, e esta fará brilhar a sua Luz, que iluminará os que estiverem contigo; é através da convivência amorosa que encontrará a fórmula transformadora para a Entrega e para a Comunhão com o próximo; finalmente encontrará a temperança entre luz e sombra, criação e destruição, vivenciando relações saudáveis, duradoras e férteis; libertará a si mesmo e às futuras gerações dos tormentos do passado. Dessa arte serão agentes de transformação e semeadores da paz e do amor fraternal. É essa a estrada iluminada que fará da(o) escorpiniana(o) mais uma brilhante estrela na escuridão da noite, entre outras quase infindáveis que compõem, juntas, toda a grandeza da Vida a nos guiar.

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ESCORPIÃO E SEU PLANETA REGENTE – Plutão

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Escorpião é o Signo de Água regido pelo excêntrico e longínquo planeta Plutão, o último planeta do sistema solar. Recentemente foi rebaixado para planeta anão pelos astrônomos. Mas nós, astrólogos, sabemos que não se rebaixa o que habita no submundo, que não podemos ter controle sobre o reino da morte. Assim, ele continua sendo analisado como planeta. Plutão possui o mesmo nome do Guardião do Reino dos Mortos, associado ao simbolismo do submundo, com os processos de morte e renascimento.

As funções plutonianas são: finalização de ciclos, libertação das prisões materiais que já cumpriram seu papel, regeneração, transformação e reintegração espiritual para que encontre propósito e, em comunhão com seus companheiros de jornada, renasça um novo ser.

Plutão é uma energia ultra-concentrada; logo, potência e poder. Não caberá neste artigo aprofundarmos a questão do poder, dada a sua complexidade, mas apenas evidenciá-lo como a força que move o reinado de Escorpião, como a força vital que habita tudo o que vive, o impulso gerador e destruidor que movimenta os Ciclos Cósmicos. Simbolicamente, Plutão representa mais a fonte do que propriamente a força. Essa fonte de poder é a própria potência da vida se autogerando e está disponível no interior de tudo o que vive. O uso desse poder pode ser mal ou bem empregado, a depender do grau de consciência do indivíduo e da sociedade em que está inserido, dessa interação.

Plutão, senhor do submundo, tanto zela pela ocultação das coisas como pela revelação do que foi ocultado, provocando finalizações ou novos começos, provocando desapego e transcendências, pois em Plutão o fim é o novo começo e, de certa forma, ele introduz o encontro com o Eterno, com a imortalidade da alma.

Crer que o poder que há em você lhe pertence é uma falsa crença, que mais cedo ou mais tarde será destruída impiedosamente pelas energias plutonianas. O poder interno precisa ser acessado para que se tenha uma vida plena; para isso, devem-se eliminar as mentiras, as vaidades, as ilusões do ego que se apega e se identifica demasiadamente consigo mesmo ou com o objeto de seus desejos; para que esse poder interno se estabilize e flua para além da polarização do bem e do mal, cumprindo as funções plutonianas a serviço da vida e da coletividade.

A regência de Plutão reafirma a natureza simbólica de Escorpião que apresentamos ao longo de nosso artigo. É ele quem rege as leis de morte e do renascimento e a ele prestamos conta em nossos processos internos, equilibrando-nos na corda bamba da temperança e da alternância de nossas tendências destrutivas e criadoras, até que o processo se complete e ganhemos asas para um novo voo.

Como no “Reino da Força Vermelha” a profundidade é infinita e insondável, não será possível a finalização dos temas de Plutão, pois em Plutão sempre há algo oculto, não-revelado, um mistério a ser investigado, um véu a ser retirado. Continuaremos abordando o signo do mês e seu regente, ao longo do mês de novembro. Acompanhem.

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Devo também dizer que, no longo processo de feitura deste artigo, como é da natureza de Plutão, parte do texto foi perdida devido a uma “falha” no programa redator, precisamente os últimos três tópicos do artigo foram perdidos e tiveram que ser reconstruídos: tópicos relacionados com Equilíbrio, o lado Luminoso e sobre o próprio Plutão. Assim é a vida, assim é Plutão. Foi uma perda, mas uma oportunidade para que o texto fosse revisitado, com novo olhar, e renascesse das cinzas, trazendo consigo as mensagens plutonianas que precisavam ser reveladas nesse aqui e agora.

Graças a Plutão!

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Que você atravesse o Portal do Sol, morada do autoconhecimento e do centro da consciência, para que o seu Sol pessoal brilhe e ilumine o seu caminho evolutivo em harmonia com o Sol Cósmico, sendo mais uma Luz para o mundo.

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Que assim seja! Assim é!

Namastê – o Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em ti.

In Lak’ech – Eu sou o outro você.

Grata por estarmos junt@s aqui!

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Acompanhem as próximas publicações.

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